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04 Fevereiro, 2012

Como fazer apresentações no estilo Steve Jobs


Dias atrás, assisti a uma das piores séries de slides de PowerPoint da minha vida (e olha que já vi muitas). Por isso, quando li o sobre “Os segredos das apresentações de Steve Jobs”, decidi traduzir, resumir e deixar tudo mastigadinho para você que faz ou vai fazer um show de slides.
O material foi publicado no excelente blog LifeHacker, que colocou os links para uma apresentação e um vídeo produzidos pelo autor do livro “Os segredos das apresentações de Steve Jobs”, Carmine Gallo, que é também colunista da revista Businessweek. A seguir, você confere um resumo com as principais dicas dadas por Gallo, separadas em três atos.


Três atos:


Ato 1 – Crie uma história
Ato 2 – Entregue uma experiência
Ato 3 – Refine e ensaie

“Ato I”

1 – Encontre algo que você ama
Para convencer o público de algo, é preciso convencer a si mesmo. O tom “messiânico” de Jobs só não soa ridículo, porque ele realmente acredita no que diz. Para justificar o trecho, Carmine Gallo usa a seguinte frase de Jobs: “Você deve encontrar o que você ama. O que realmente importa é ir para a cama de noite dizendo ‘Fiz alguma coisa maravilhosa”


2 – Planeje
Antes de abrir o PowerPoint pegue um papel e rabisque suas idéias. Planeje como será a apresentação. Os especialistas recomendam que você divida seu tempo privilegiando as ideias: coletando dados, organizando eles e rabiscando uma história.


3 – Crie sempre um vilão
Todas as apresentações de Jobs são baseadas no modelo de herói contra vilão, em que o produto da Apple é a solução para uma situação antagônica ou um concorrente. Em 1984, por exemplo, o papel coube a IBM.


“Ato II”


1 – “Simplicidade é o máximo da sofisticação”
A frase acima, também de Steve Jobs, resume esse passo que indica: jamais use bullets, quando puder imagens ao invés de texto e cada slide deve ter, no máximo, 40 caracteres.


2 – Não use jargão
Jobs pouco fala de gigabytes. Ele prefere dizer que “no iPod cabem mil músicas”. Faça o mesmo, simplificando os termos técnicos sem usar definições abstratas.


“Ato III”

1 – Presença de Palco
Olho nos olhos da platéia, tenha uma postura aberta e com autoridade e saiba se expressar usando as mãos. Como fazer tudo isso? Use o próximo passo como mantra.
2 – Treine
Um repórter da revista BussinessWeek que acompanhou Steve Jobs escreveu que ele “treina sua naturalidade por muitas horas, por muitos dias”. Os treinos do CEO se intensificam nas 48 horas antes do keynote. É quando ele pede feedback da equipe.


3 – Se divirta
Durante um problema na MacWorld de 2007, Jobs aproveitou para contar uma piada sobre os velhos tempos da Apple. Assim, minimizou a falha na apresentação e mostrou confiança. A lição é que é importante entreter o público sempre.

by Juliano Barreto

08 Abril, 2011

4 MANEIRAS DE MELHORAR SUA REDE WI FI EM CASA

Quer melhorar o sinal wi-fi do seu home office?
Vamos a algumas dicas bem legais, coletadas de vários lugares.



Escolha o modelo mais rápido de rede

Atualmente o modelo mais rápido disponível no mercado é a rede N (802.11n), bem mais veloz que as tradicionais redes B e G e ideal para transmissão de arquivos grandes e streaming em alta qualidade. É fácil identificar um roteador que suporta essa rede logo pela caixa dele e descrição do produto. Importante lembrar que todos os dispositivos a se conectar nessa rede N tem que ser compatíveis com ela (notebooks, smartphones, TVs, etc), assim a velocidade real da rede virá com toda a força. Ah, se você souber detalhes mais técnicos da configuração da rede, vale deixar a frequência no canal de 5GHz, para evitar interferências com outros dispositivos sem fio, como telefones.


Escolha a antena certa

Se o sinal do roteador estiver fraco, pode ser a antena. Geralmente eles saem de fábrica com antenas de alcance médio. Os roteadores com antena externa são mais fáceis de gerenciar, pois dá para trocar a antena com facilidade por uma mais potente.

Sinal consistente
Se você não pode mudar o roteador para um de padrão N, pelo menos deixe todos os dispositivos na frequência certa do roteador atual, seja ele B ou G. No caso de máquinas antigas, se não der para fazer o upgrade interno, adquira uma placa externa USB.


Segurança nunca é demais

Proteja sempre sua rede com senha. Mude o nome do usuário administrador e a senha padrão do seu modem ou roteador, os nomes de usuário padrão do fabricante e senhas são de conhecimento comum. E desligue o roteador quando não for usá-lo.


Direcione o sinal

Quando o roteador wireless está ligado, o sinal vai para todos os lados. E você pode aumentar a intensidade dele ao direcionar exatamente para o local que você quer como receptor do Wi-Fi. Para isso, experimente fazer uma “gambiarra” utilizando uma lata de refrigerante, por exemplo, criando uma espécie de parábola na antena do roteador. Veja o vídeo abaixo:

13 Março, 2011

Realidade Aumentada

Redes sociais estão sendo vitais na comunicação entre os japoneses

Com as redes de celulares congestionadas devido aos terremotos, população usa sites como Facebook e Twitter para fazer contato.

Nesta sexta-feira (11/3), um forte terremoto de magnitude 8,9 atingiu a costa nordeste do Japão. De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor, que foi o pior já registrado na história do país, causou um tsunami com ondas de até seis metros de altura.
A NTT Communications informou que os abalos afetaram também a comunicação. Alguns cabos submarinos usados para chamadas entre a China e o Japão foram danificados e suas conexões de IP-VPN caíram. De acordo com o site Cnet, as redes de celulares estão congestionadas e sites como Twitter e Facebook estão sendo vitais para a comunicação entre a população.

“Eu vi muitas pessoas na rua falando no celular, mas também filas enormes de gente em frente aos telefones públicos”, disse o jornalista Brian Chapman para o Cnet. “Facebook e Skype estão sendo a melhor maneira de manter contato”. O repórter ainda contou que alguns cidadãos estão se aproveitando das televisões em seus celulares para se manterem informados.

Google lança serviço para encontrar desaparecidos após terremoto no Japão

Google lança serviço para encontrar desaparecidos após terremoto no Japão
A versão do Person Finder permite enviar e checar informações sobre amigos e familiares no país.

Após as catástrofes naturais sofridas pelo Japão nesta sexta-feira (11/3), a Google rapidamente lançou uma versão de seu serviço Person Finder, que ajuda as pessoas a encontrarem amigos e familiares no país.
Disponível em inglês e japonês, a ferramenta permite enviar informações sobre seu próprio paradeiro para o sistema e, assim, outras pessoas, ao procurarem pelo nome do indivíduo em questão, ficarão sabendo a localização dele. Amigos e familiares também podem fazer perguntas e buscas sobre pessoas que estavam na área afetada.
Em apenas duas horas após o lançamento, a versão do aplicativo já contava com 2000 registros enviados pelas próprias pessoas ou por outras, que acabam visualizando o status dos envolvidos através de redes sociais.
A Google já esteve presente com um sistema parecido após o terremoto de Christchurch, Nova Zelândia, que operou com cerca de 11.500 relatórios.

11 Abril, 2010

COMO MEDIR RETORNO DAS REDES SOCIAIS



Mensurar as iniciativas em social media é fácil; difícil é escolher bem o que fazer. Não existe um pacote padrão - considere os objetivos de comunicação e os canais a serem utilizados.

Está na moda falar sobre redes sociais nas grandes empresas, assunto que levanta muita polêmica e medo para a maioria. Para outros é uma grande oportunidade.

Antes de falarmos como medir os esforços em redes sociais, precisamos questionar dois grandes “mitos” que percorrem este assunto tão novo. Eu elegi dois que considero os principais:

“Eu faço ações em redes sociais porque é baratinho!”

Esse é o mito que mais assusta. Infelizmente muitos pensam que “redes sociais” é a fórmula mágica que trará resultados imediatos a custo próximo a zero. Analisar dessa forma é achar que as trocas entre pessoas sobre experiências boas ou ruins com marcas valem pouco.

De acordo com o eMarketer, somente nos EUA espera-se que as empresas invistam em 2010 mais de U$ 1 bilhão em “Social Network”, “Word of Mouth” e “Conversation Marketing”. Estima-se investimentos da ordem de até U$ 5 bilhões até 2012.

Infelizmente não temos números confiáveis do mercado nacional.

O brasileiro que usa a internet fica pendurado horas por dia em redes sociais, trocando experiências reais com outras pessoas, histórias são contadas e repassadas num fluxo que aumenta exponencialmente. Nesse fluxo, muitas marcas são elogiadas e também criticadas.

Ações em redes sociais devem ser planejadas e tocadas por empresas e pessoas que tenham intimidade com o tipo de conversa que é empregada. Algumas marcas parecem mães de adolescentes usando gírias para conversar com seus filhos; o resultado soa completamente artificial.

Recentemente uma marca famosa fez uma ação no Youtube. Ela pedia para suas consumidoras criarem um vídeo. Caso ele fosse eleito o melhor, a consumidora ganharia um “kit com produtos da empresa”. Obviamente quase nenhum vídeo foi enviado. É virtualmente impossível comprar engajamento a curto prazo.

“Eu faço social media porque está na moda!”

Outro mito perigosíssimo. Redes sociais representam um fenômeno social. Milhares de pessoas interagem umas com as outras e legitimidade é a base para um relacionamento de confiança.

Pessoas conectam-se com marcas no universo virtual, seja no Twitter, Youtube, Orkut, Facebook ou qualquer outra rede.

Esperamos que o diálogo com essas marcas seja possível, porém como as empresas poderão dar conta de uma multiplicação enorme dos canais de contato com os consumidores?

Até então o SAC das empresas reinava absoluto, porém as respostas dos scripts dos atendentes não têm serventia nenhuma no universo virtual.

As estruturas de atendimento precisarão ser revistas. Muitas empresas não estão prontas para isso e perigosamente abrem caminho para concorrentes que “têm menos a perder” e podem arcar com os riscos de uma investida mais agressiva em canais alternativos de comunicação.

Algumas empresas estão se gabando com sua “presença” nas redes sociais, porém de nada adianta possuir uma presença se a cultura ainda é offline. O que mais se vê são Twitters de empresas que funcionam como um repositório de releases, onde não existe diálogo.

A própria estrutura online da maioria das empresas tornou-se arcaica. Muito em breve uma “fan page” do Facebook poderá ter mais valor do que o site da empresa. A grande maioria dos feedbacks será pulverizada em vários canais e não mais concentrados no SAC.

Não se trata de modismo, mas de uma mudança radical na forma de comunicar e de aproveitar o feedback constante que é dado pelos consumidores.

Experimente usar a busca do Twitter para acompanhar as conversas sobre sua marca. Você vai se surpreender sobre os insights que podem ser tirados de uma simples espiada nessas conversas.

Avaliando seu retorno nas redes sociais
Empresas que se adaptarem a essa nova forma de comunicar terão grandes chances de serem bem sucedidas, porém não podemos esquecer que todas as ações podem e devem ser monitoradas.
Cada rede social tem sua peculiaridade, cada marca ou produto tem seu objetivo de comunicação. Isto posto, deve-se pensar num mix adequado de redes a serem utilizadas. É preciso saber onde seu público alvo está.

O primeiro passo é monitorar as conversas de seus consumidores: existem vários softwares no mercado e agências especializadas que podem executar esse trabalho. O mais importante será como aproveitar os dados levantados e transformar isso em inteligência competitiva.
Positivas, neutras ou negativas
A forma mais básica possível de avaliar as menções sobre sua marca é classificá-las como positivas, neutras ou negativas. Além de classificá-las, você pode cruzar com informações dos concorrentes.

Abaixo, um exemplo de uma matriz que analisa qualificação x relevância de marcas:

Outra análise interessante, inventada pela Razorfish, é chamada de SIM Score, ou Social Influence Marketing Score. É basicamente um indicador que avalia o quanto os consumidores gostam ou desgostam de uma marca.
Seu cálculo é bem simples:

O resultado dessa análise trará um resultado entre 0 e 1. Quanto mais próximo a 1, mais positivo é o sentimento pela marca.

Através dessa análise é possível comparar a marca com seus concorrentes e também com a indústria ou o segmento do mercado, conforme o exemplo a seguir:


Além de avaliar se as menções são positivas ou negativas, é possível associá-las com atributos da marca que serão avaliadas. Um restaurante pode, por exemplo, saber se as menções são referentes ao atendimento, cardápio, preço entre outros.


Veja um exemplo:


Cada rede social possui suas peculiaridades na forma de avaliar o engajamento com os seus usuários.

Vamos detalhar algumas delas:






Twitter
Uma das principais métricas a serem consideradas obviamente é o número de seguidores (followers). Uma série de sites fazem análises sobre a evolução de followers e um dos meus preferidos é o TwitterCounter.
Porém, somente a audiência não vale, tem que haver engajamento. Para cada post gerado no Twitter é importante acompanhar a sua repercussão, portanto outra métrica a ser considerada é o “impacto” de cada post, ou seja, quantas vezes o post foi respondido ou “retuitado” (retweet).
Através da análise dos impactos por post é possível saber quais assuntos despertam maiores interesses, quais horários são melhores e também o tipo de assunto que traz novos seguidores.
Uma métrica interessante para avaliar o engajamento é o “Total de retweets por mil seguidores”, ela pode representar o quanto a audiência é engajada com o conteúdo de uma determinada marca.
Para quem é louco por métricas, uma boa pedida é uma ferramenta chamada Klout. Ela mede a influência e o impacto de uma conta do Twitter, identificando quem são os maiores influenciadores e influenciados de uma determinada conta.
A seguir, alguns indicadores interessantes do Klout, que é gratuito:
seguir, alguns indicadores interessantes do Klout, que é gratuito:
  • Engajamento: o quanto diverso é o grupo que “responde” para uma determinada marca? A marca apenas faz “broadcast” ou participa do diálogo?
  • Velocidade: O quanto uma marca é “retuitada”? São várias pessoas que “retuitam” os posts ou sempre são as mesmas pessoas?
  • Alcance: Os “tweets” são informativos o suficiente para se construir uma audiência? O quanto distante o conteúdo gerado espalha pelo Twitter?

Facebook

Cada vez mais as “fan pages” do Facebook ganham importância; em determinados casos elas são muito mais valiosas que os próprios sites das empresas. Somente a fan page do Starbucks possui mais de 6 milhões de “fãs”.
Uma das principais métricas a serem consideradas é o “impacto por post”. Da mesma forma que o Twitter, é importante definir métricas que avaliem o impacto e o engajamento gerado no diálogo com os “fãs”.
Outras métricas utilizadas para avaliar impacto e engajamento no Twitter também podem ser usadas no Facebook.

YouTube

Canais no Youtube são cada vez mais comuns e tornam-se uma excelente ferramenta de divulgação para marcas. Algumas métricas a serem consideradas são visualizações dos vídeos (video views), comentários por vídeo e, obviamente, o volume de assinantes do canal.

Considerações

Não existe um pacote padrão de métricas. É importante considerar quais são os objetivos de comunicação e quais são os canais a serem utilizados. O mais importante é saber definir uma estratégia certa e estabelecer um diálogo relevante com os consumidores.
Antes de qualquer medição é importante avaliar se sua empresa está pronta para mudar a forma de comunicar. O modelo antigo “one way” não funciona nas redes sociais. Estabelecer um diálogo próximo, relevante e honesto pode parecer simples, porém requer uma auto-análise profunda. Sua empresa está pronta?

Fonte: Por Daniel Tártaro

21 Abril, 2009

PLANILHAS

Ilustrações nos gráficos do Excel

Dois truques para usar imagens e incrementar os gráficos
produzidos com a ajuda do Excel 2007

O Excel permite que se incremente o plano de fundo do gráfico de diferentes formas. Além da opção de fundo branco, pode-se acrescentar um fundo sólido, gradual ou uma imagem e textura. No exemplo acima, criamos um gráfico de barras 3D agrupadas, clicamos com o botão direito do mouse numa área vazia do gráfico e selecionamos Formatar Área do Gráfico no menu de contexto. Escolhemos, em seguida, Preenchimento e marcamos Preenchimento Com Imagem ou Textura. Clicamos em Arquivo e selecionamos a imagem do fundo. É muito comum, neste caso, que o fundo atrapalhe a visualização dos dados. Para minimizar o problema, use o controle deslizante Transparência até obter o efeito desejado. Uma dica é arrastar a caixa de diálogo Formatar Área do Gráfico para um espaço livre da tela para poder conferir a efeito de desbotamento diretamente no gráfico.
Imagem na Pizza

Que tal colocar uma imagem preenchendo o próprio gráfico em vez do fundo?

Esse recurso funciona bem, por exemplo, em gráficos de pizza, nos quais se representam porcentagens de um total. Para fazer isso, selecione o intervalo de células que será usado no traçado do gráfico e escolha o gráfico Pizza Destacada 2D. Depois, clique na própria pizza com o botão direito do mouse e selecione Formatar Série de Dados. Escolha, em seguida, Preenchimento. Marque Preenchimento Com Imagem ou Textura, clique em Arquivo e escolha a foto ou ilustração desejada. É possível ainda usar imagens armazenadas na área de transferência ou cliparts. Basta clicar nos botões correspondentes.

Sete truques para economizar bateria

Desabilite recursos e deixe de usar programas que drenam a energia do seu smartphone para garantir ligações importantes

A bateria está fraca e você espera uma ligação importante?
Precisa usar o smartphone apenas para editar um arquivo?
Algumas medidas simples podem garantir ao seu smartphone ou celular a energia necessária para que você consiga chegar ao fim da conversa ou do trabalho.
1 – Reduza o brilho do visor de cristal líquido. Algo como 40% ou 50% do brilho total é suficiente para economizar um pouco da bateria sem que a leitura das informações na tela seja comprometida.
2 – Reduza o tempo de duração da iluminação traseira durante as conversas e estabeleça um período de tempo menor para que o aparelho seja desativado quando não estiver em uso.
3 – Se você quer trabalhar em um arquivo ou organizar a agenda, mas não precisa falar ao telefone, use o modo vôo ou modo avião disponível na maioria dos aparelhos. Esse recurso desliga a antena do dispositivo, mas mantém as outras funções disponíveis.
4 – O toque do telefone e o alerta de compromissos bastam. Desabilite a emissão de sons para outros eventos, como o recebimento de novas mensagens e ações de alguns programas.
5 – Desabilite as conexões Bluetooth, Wi-Fi e infravermelho quando esses recursos de comunicação de dados não estiverem em uso.
6 – Não navegue na internet, não tire fotos nem ouça músicas. Todas essas rotinas são interessantes, mas drenam a bateria do aparelho. Jogos também são consumidores vorazes de energia.
7 – Ative a proteção do teclado quando colocar o telefone no bolso ou na bolsa. Além de evitar o acionamento da iluminação da tela — e, conseqüentemente, o consumo de bateria —, o recurso evita que seu aparelho faça chamadas acidentalmente e que a conta surpreenda no fim do mês.

18 Março, 2009

Um país engarrafado

Dica para aula de GEOGRAFIA
Mostre as opções de transporte que o Brasil fez na história e o reflexo delas na atual capacidade do país em fazer com que produtos e pessoas circulem. Aula para ninguém ficar parado.

Ajude a turma a entender os prejuízos da opção pelo transporte rodoviário no Brasil

O esforço despendido pelo governo federal para fazer com que os estudantes brasileiros recebam em todo o país os livros didáticos a tempo de começar o ano letivo. A gigantesca operação ganha ares de façanha – digna de receber o “Oscar internacional da logística” devido à precária infraestrutura de transportes do Brasil. O texto oferece uma ótima oportunidade de estudar a questão do deslocamento de pessoas e produtos numa nação de tamanho continental e, de quebra, vai ajudar os jovens a dar mais valor ao material disponibilizado pelo Ministério da Educação.
Atividades

1ª aula - Recorde os tipos de transporte: rodoviário, ferroviário, aéreo, hidroviário e marítimo. Divida a turma em grupos e indique uma modalidade para cada: um fica com ferroviário, outro com rodoviário e assim por diante. Estipule um tempo para que cada equipe prepare uma lista que indique vantagens e desvantagens do transporte que receberam. Para tanto, devem ser analisadas questões como a quantidade de produtos ou pessoas transportada, a distância percorrida, o tempo dispendido, a segurança da operação (risco de extravio e/ou danos a mercadorias, roubo, cumprimento de horários etc.), custo e características geográficas do país. Quanto a esse último item, é bom se valer de um mapa do Brasil para lembrar a moçada que o país tem uma dimensão enorme e muita variedade de clima e relevo. Ao avaliar a viabilidade de investir no transporte aéreo na fria serra gaúcha, por exemplo, é preciso ter em conta o número de horas, eventualmente dias, que a neblina impedirá operações na região.
A partir do levantamento dos grupos, rememore o desenvolvimento do sistema de transportes brasileiro. A colonização portuguesa se deu, basicamente, graças aos transportes marítimo e fluvial. As naus que percorreram a costa e os principais rios do território praticamente monopolizaram o deslocamento de pessoas e mercadorias nos três primeiros séculos de nossa história. Foi só com a necessidade de expansão da colonização do Brasil e a urgência em integrar a base econômica do país, após a Independência, que surgiram as primeiras ideias ­não colocadas em prática - de um sistema viário (o Plano Rebelo, de 1838, por exemplo, propunha a construção de três estradas reais que, saindo da capital do Império, o Rio de Janeiro, atingissem o Sudeste, o Noroeste e o Norte do país). As primeiras ferrovias surgiram na segunda metade do século XIX e tiveram forte presença, fazendo com que as estradas e a navegação marítima e fluvial fossem passando, paulatinamente, para segundo plano. A via aérea só surgiu na terceira década do século XX – com a instalação da primeira empresa brasileira de transporte aéreo, a Rondor - e o Primeiro Plano Rodoviário veio dez anos depois, em 1937.

Associe o desenvolvimento dos transportes com a questão econômica. O primeiro produto massivamente cultivado do país, o açúcar, tinha na navegação o seu condicionante de expansão, pois levava para o exterior a produção e trazia de lá mercadorias e a mão-de-obra indispensável, o escravo. A navegação costeira interligava os mais importantes pontos de povoamento, todos ainda na faixa litorânea. A descoberta do ouro em Minas Gerais, no século XVIII, foi decisiva para que o cenário mudasse. Foi construída uma estrada ligando o Rio de Janeiro a Vila Rica (atual Ouro Preto) e o transporte fluvial ganhou forte impulso como modo de acessar o interior. Os trens viraram uma realidade quando a alta produtividade e a lucratividade das novas lavouras (principalmente ligadas ao café) exigiram a ocupação de terras mais distantes. A aviação comercial nunca se firmou como uma opção relevante, alternando momentos de mais prestígio com outros de fracasso evidente. Já o surto de investimentos em rodovias veio a partir dos anos 1950, com a transferência da capital federal para Brasília e a instalação da indústria automobilística no país.
Depois que os grupos tiverem montado uma lista preliminar, distribua o quadro “Crescimento anual de infraestrutura” (abaixo) e mostre a comparação entre o investimento em estradas de ferro e de asfalto na segunda metade do século passado. Mostre que o gasto com as rodovias caiu drasticamente a partir dos anos 1980, quando o Brasil entrou em crise econômica.
Acrescente um dado sobre o preço do frete para reflexão da moçada. Aproximadamente, o envio de um produto por hidrovia custa 40 reais a tonelada por 1.000 quilômetros. Por ferrovia, sai por 65 reais a tonelada por 1.000 quilômetros. E por rodovia, salta para 100 reais a tonelada por 1.000 quilômetros. O frete aéreo é calculado a partir de uma série de variáveis – como peso, embalagem e valor do objeto – mas, como regra, é pelo menos 40% mais caro que o rodoviário.
Peça que os grupos reavaliem as listas de prós e contras que fizeram de seu meio de transporte e tragam novas versões na aula seguinte.

2ª aula - Convoque os grupos para apresentarem suas conclusões e anote o resultado no quadro. De uma forma geral, eles devem chegar ao seguinte resultado:

  • Transporte ferroviário – permite o deslocamento de grande quantidade de carga por viagem, percorre longas distâncias, é flexível quanto às mercadorias, tem custo menor em relação ao rodoviário para grandes volumes de produtos, a velocidade é razoável, não há prejuízo em decorrência do clima ou de congestionamento de tráfego. Por outro lado, a frequência de saída é pequena (não é possível acumular trens numa ferrovia), não permite desvio de rota e nem entrega a domicílio, apresenta risco de saques (pois não desenvolve altas velocidades e nem pode desviar de obstáculos) é ineficiente para curtas distâncias e para pequenas quantidades.

  • Transporte aéreo – é o mais rápido de todos, mas extremamente sucetível a condições climáticas. O custo é elevado, há restrição a tipos de mercadoria e à quantidade.
    Transporte marítimo – permite o deslocamento de grandes quantidades de carga por viagem, percorre longas distâncias, é flexível quanto às mercadorias e transporta cargas perigosas. Entretanto, não se presta para cargas perecíveis, a carga e a descarga são lentas, o tempo de trânsito é longo e a frequência baixa.

  • Transporte fluvial - permite o deslocamento de grandes quantidades de carga por viagem, percorre longas distâncias, é flexível quanto às mercadorias e transporta cargas perigosas. Entretanto, é suscetível a questões climáticas (períodos de seca ou cheia podem inviabilizá-lo), não permite desvio de rota, não se presta para produtos perecíveis, a carga e a descarga são lentas, o tempo de trânsito é longo e a frequência baixa.

  • Transporte rodoviário – atua em qualquer região geográfica, tem flexibilidade de rota e de pontos de entrega, carga e descarga ágil, transporte de pequenas e médias quantidades e alta frequência. Por outro lado, os custos são elevados, principalmente para longas distâncias, o volume transportado não é grande, é sensível a condições climáticas, oferece grande risco de perda em virtude de acidentes e roubos e tem a entrega prejudicada pelo tráfego.

Promova um debate sobre as possibilidades de uso dos diferentes meios e as necessidades do Brasil, com um território gigantesco e uma produção cada vez maior – especialmente agrícola – em regiões distantes do litoral. Cite que estados como São Paulo e Rio Grande do Sul estão investindo em hidrovias e que o governo federal anunciou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vai privilegiar os sistemas ferroviário e marítimo.
Ofereça a tabela “Países em movimento” (abaixo) para animar a discussão. Por fim, encomende um texto em que os jovens se posicionem sobre a situação da infraestrutura de transportes do país e proponham alternativas para acabar com o intenso trânsito de caminhões nas estradas brasileiras, que aceleram a degradação dos pavimentos e contribuem significativamente para a formação de congestionamentos. Veja como é feito o transporte nos países de grande dimensão:



26 Novembro, 2008

MINI CURSOS ON LINE

VOCÊ JÁ FEZ ALGUM CURSO À DISTÂNCIA?

A dica de hoje são os minicursos oferecidos pelo Acessa SP.
Nos minicursos à distância, você pode aprender sobre os mais variados assuntos. Os minicursos são gratuitos e divididos entre três e cinco aulas. Cada aula não leva mais que 15 minutos. Escolha um tema para começar e... aproveite ao máximo!
Entrar no assunto escolhido é fácil: com o mouse, clique sobre o tema escolhido. Em seguida, matricule-se. É só preencher a ficha para transitar livremente. Não precisa pagar nada. Bom aprendizado!


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1 - Dengue: uma guerra a ser vencida




2 - Como preparar um currículo


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3 - Como fazer nós de gravatas


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4 - Segurança pessoal


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5 - Doce sem açúcar


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6 -Etiqueta na internet

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7 - Consumidor: você tem direitos!
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8 - As doenças do sexo: DSTs e Aids



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9 - Como fazer uma horta


Fonte: http://minicursos.futuro.usp.br/